Energia elétrica

Hidrocinética Nova Forma de Geração

  A expansão acentuada do consumo de energia, embora possa refletir o aquecimento econômico e a melhoria da qualidade de vida, tem aspectos negativos.  Um deles é a possibilidade do esgotamento dos recursos utilizados para a produção de energia. Outro é o impacto ao meio ambiente produzido por essa atividade. Finalmente, um terceiro são os elevados investimentos exigidos na pesquisa de novas fontes e construção de novas usinas. Uma das maneiras mais modernas e utilizadas no mundo para conter a expansão do consumo sem comprometer qualidade de vida e desenvolvimento econômico tem sido o estímulo ao uso eficiente com foco na sustentabilidade. As práticas para estimular o uso eficiente da eletricidade se dividem em dois grupos principais: ações educativas da população e investimentos em equipamentos e instalações. As primeiras, também desenvolvidas individualmente pelas distribuidoras, marcaram o início da atuação de programas como o Procel, caracterizada pela publicação e distribuição de manuais destinados a orientar os consumidores de diversos segmentos, como residências, comércio, indústria e setor público, conforme registra o estudo Análise Retrospectiva, constante do Plano Nacional de Energia 2030, produzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Além disso, o Procel também desenvolveu programa pedagógico junto às escolas do ensino fundamental e iniciou projetos e cursos técnicos, com o objetivo de formar profissionais com competência específica em eficiência energética. As Distribuidoras são obrigadas a destinar 0,25% da receita operacional líquida para projetos que incentivem a economia de energia sendo que parte deste percentual é para esses programas educativos. Outra parte é utilizada na implantação de projetos de eficiência energética. Uma outra vertente adotada pelas Distribuidoras para a aplicação compulsória dos recursos é o desenvolvimento de ações específicas para clientes de maior porte. É comum, por exemplo, essas Companhias desenvolverem projetos de iluminação para clientes do poder público e comércio, ou para aplicação na linha de produção no caso da indústria de porte médio (visto que os grandes consumidores, ou consumidores eletro intensivos, possuem projetos permanentes nesta área, a fim de reduzir o custo dos insumos). 

Consumo de energia elétrica

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Informações gerais

  O consumo de energia é um dos principais indicadores do desenvolvimento econômico e do nível de qualidade de vida de qualquer sociedade. Ele reflete tanto o ritmo de atividade dos setores industrial, comercial e de serviços, quanto a capacidade da população para adquirir bens e serviços tecnologicamente mais avançados, como automóveis (que demandam combustíveis), eletrodomésticos e eletroeletrônicos (que exigem acesso à rede elétrica e pressionam o consumo de energia elétrica). Essa inter-relação foi o principal motivo do acentuado crescimento no consumo mundial de energia verificado nos últimos anos.   No gráfico abaixo, temos uma leitura da participação dos 20 maiores consumidores de energia elétrica no Mundo em 2014. 

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E considerando o mesmo quadro para a América Latina teremos:

  E analisando uma tendência, considerando vários fatores econômicos e sociais, a projeção nos mostra que é mandatório em nível mundial se pensar em desenvolver novas fontes de geração de energia bem como trabalhar em projetos de eficiência energética. Abaixo um quadro mostrando a evolução da demanda de energia elétrica no Brasil e no Mundo nos últimos 37 anos (Fonte EPE-MME).  

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 Neste gráfico podemos ver que o crescimento médio da demanda é em torno de 2% ao ano. O que sem dúvida mostra a necessidade de foco no tema em questão de geração e de consumo eficiente e consciente.

Construindo o Futuro

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  Outro parâmetro significativo, quando pensamos no Brasil, é o consumo per capita de energia elétrica, que está muito aquém daquele em alguns países e se considerarmos que o Brasil, que está entre as 10 maiores economias do Mundo, tem seu consumo per capita apenas em 94° lugar. O que significa que se o poder aquisitivo da sociedade brasileira melhorar, que seja, o mínimo, não teríamos de onde obter a energia necessária para acompanhar esta melhoria. Vide abaixo a comparação do consumo per capita entre o Brasil e alguns países (Fonte: Energy Industries Council).

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Hidrocinética - Nova forma de geração

Por que investir neste projeto?  

Só no Brasil tem mais de 5.000 pontos potenciais para instalação deste tipo de Gerador (ANA);

Excelente opção para repotenciação de PCHs;

Não necessita de barragem;

Baixo impacto ao Meio Ambiente (Agiliza aprovação); 

Adaptável às necessidades regionais para transmissão ou uso em Vilas ou Cidades;

É de rápida implantação ( 6 a 9 meses); 

Prova conceito – Comparação dos custos entre as fontes de geração de energia elétrica

 Investimento (MilhõesR$/MW) ; Operação (R$/MWH) ; VPL(Milhões R$) 

  1.  Hidrocinética          5,00                  10,00                              5,73
  2.  Hidroelétrica           6,00                  14,15                              7,04  
  3.  Eólica                        4,50                  40,00                              7,43 
  4.  Fotovoltaica             6,50                  23,53                              8,22 
  5.  Biomassa                  3,10                 87,80                              9,54 
  6.  Gás natural               1,80              132,62                             11,52 
  7.  Carvão                       3,50              107,14                             11,35 
  8.  Nuclear                      6,50              160,16                             17,87 
  9.  Petróleo (Diesel)       2,50              652,38                             50,31 

Animação do Projeto

Prova Conceito

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